A Apostila fala de inúmeros recursos que estão presentes em todas as versões do Photoshop, inclusive a CS3. Descrição detalhada:
PRÓLOGO. INTRODUÇÃO
LIÇÃO N.º 1 O AMBIENTE DE TRABALHO E AS CONFIGURAÇÕES INICIAIS CRIAR UM NOVO DOCUMENTO . FERRAMENTAS DE DESENHO ENGANOS E ALTERNATIVAS .
LIÇÃO N.º 2 FERRAMENTAS DE SELECÇÃO. LAYERS . TEXTO
LIÇÃO N.º 3 TRANSFORMAÇÕES E ALINHAMENTOS. UM EXERCÍCIO DE RECAPITULAÇÃO . PATHS E CURVAS DE BÉZIER A IMPORTÂNCIA DOS PRELIMINARES. ANÁLISE DOS PARÂMETROS DE IMAGEM
LIÇÃO N.º 4 O MUNDO A PRETO E BRANCO . DUOTONE: O TOQUE DE MESTRE QUAL O FORMATO DE GRAVAÇÃO?
LIÇÃO N.º 5 CRIAR A PARTIR DO NADA. OS FORMATOS DA WEB E A SUA OPTIMIZAÇÃO ÍNDICE DE IMAGENS. ÍNDICE GERAL
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Curso: Design de Embalagem
O livro apresentado aqui aborda três áreas fundamentais no desenvolvimento de embalagens: Marketing, Projeto e Produção, relacionando-as de maneira acessível, sem, contudo, deixar de esclarecer especificidades fundamentais de cada uma delas.
O ebook traz textos didáticos, com conceitos e, principalmente, metodologias de projetos e estudos de casos, essenciais para o bom aprendizado de qualquer área do conhecimento, especialmente as de natureza criativa e tecnológica, como as da embalagem.
Por esta razão, não se destina apenas a profissionais, mas também a estudantes de áreas correlatas a este tema fascinante (administração, marketing, publicidade e propaganda, design e engenharia), interessados em conhecer sobre um dos segmentos industriais que mais cresce no país: o universo da embalagem. A obra está disponível para download em vários servidores no formato PDF.
Tamanh: 42 MB
Idioma: Português
Formato: PDF
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Macromedia Dreamweaver 8 + SERIAL
O Dreamweaver é o líder no mercado profissional e Web design no desenvolvimento de ferramentas para sites.
Ele pode ser comprado como um produto autônomo, ou como parte do Macromedia Studio suíte, juntamente com o Flash Professional, Fireworks, Contribute e FlashPaper. Agora na versão 8, o Dreamweaver permite que você trabalhe com gráficos, construção de sites, arrastando e soltando objetos, código em HTML, completa com Cascading Style Sheets (CSS).
A maior parte programadores vão fazer a maior parte do trabalho com o editor e página tidy-lo e, em seguida, adicione o esperto bits por ajustes no código. O programa é ideal para esta abordagem, como você pode ter página e código com varias janelas abertas ao mesmo tempo e agora pode colapso secções de código, para se deslocar rapidamente sobre a estrutura do seu site.
Photoshop é o software mais utilizado para tratamento e criação de imagens hoje em dia e é utilizada pelos principais editores de imagens do mundo, mas a adobe reinventou e agora qualquer um é capaz de fazer trabalhos que eram considerados impossíveis para uma pessoa normal. Como exemplo da ferramenta mais comentada, o Content-Aware, que retira da foto até mesmo uma pessoa e preenche o fundo com base nos pixels que estavam em volta da imagem, segue uma foto simples em que eu tirei da mesa umas fichas de poker.
O programa agora conta com suporte 3D, o que antes você precisaria fazer usando outros programa agora faz tudo no photoshop.
Curso Interativo de Photoshop para Tratamento de Fotos Digitais
Curso Interativo de Photoshop para Tratamento de Fotos Digitais em Flash.
Claro que não podemos simplesmente alterar, tratar ou manipular qualquer foto sem nenhuma base ou conteúdo técnico do que estamos fazendo. Este curso tem como finalidade lhe auxiliar e fazer com que você domine esta técnica.
Princípios básicos do Photoshop Visão geral do Photoshop Abrindo e salvando imagens As camadas do Photoshop Trabalhando com máscaras Modos de Cores do Photoshop Recortando e ajustando o tamanho das fotos Retoque de fotos digitais Reduzindo marcas de expressão Suavizando rostos Clareamento de dentes e olhos Removendo olhos vermelhos de suas fotos e muito outros princípios a seguir.
Francês customizou um modelo MK2. No interior, ele apostou em tecidos com estampa de onça.
Da France Presse
O artista francês Florence Poujade mostra seu Jaguar MK2, que ele recortou com laser para dar aspecto de renda à carroceria do modelo deluxo (Foto: Xavier Leoty/AFP)
O interior do veículo também foi customizado pelo artista com estampa de onça (Foto: Xavier Leoty/AFP)
Farol potencializa o efeito de renda na frente do veículo (Foto: Greg Wood/AFP)
Fonte>Auto Esporte
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Falta de revisões periódicas acarreta no acúmulo de bactérias e fungos. Para limpar tudo, o prejuízo pode passar de R$ 1 mil, segundo especialista.
Priscila Dal PoggettoDo G1, em São Paulo
Evaporador sujo: carro tinha filtro instalado, mas sem manutenção. (Foto: Divulgação/Freudenberg)
Dias quentes e chuvas torrenciais "pedem" o uso do ar-condicionado do carro. Apesar de parecer simples resolver os inconvenientes do calor com um botão, se o sistema não for cuidado da maneira correta, o arzinho refrescante pode virar um "veneno" para a saúde. Isso porque a falta de revisões periódicas acarreta no acúmulo de bactérias e fungos e, para limpar tudo, o prejuízo pode passar de R$ 1 mil.
O primeiro componente e o mais fácil de ser trocado é o filtro de ar ou filtro de pólen. Ele é o responsável por “segurar” a sujeira e proteger o sistema, no entanto, para isso, deve ser trocado, de preferência, a cada revisão. Não existe uma quilometragem exata para a substituição. Vai depender do estado do filtro, ou seja, do quanto ele foi exposto, de acordo com especialistas consultados pelo G1.
Segundo o engenheiro e conselheiro da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil), Francisco Satkunas, os primeiros sinais de que o filtro está muito sujo são o cheiro de mofo e a dificuldade de ventilação, quando é necessário colocar o ar em velocidades maiores.
Há dois tipos de filtros que podem ser utilizados no carro, mas isto vai de acordo com a opção da montadora. Um é branco, chamado filtro de partícula. O outro é de carvão ativado, o mesmo usado nas velas de filtro de água. A função é igual para ambos: limpar o ar que vai entrar no habitáculo, mas o de carvão tem maior capacidade de filtrar gases e odores.
Nem todos os carros têm filtro No entanto, nem todos os carros têm filtro de ar — embora eles existam desde 1987, desenvolvidos na Europa para proteger os ocupantes alérgicos a pólen. De acordo com o responsável pelo aftermarket da Freudenberg Não-Tecidos no Brasil (fabricante de filtros), Luciano Ponzio da Silva, é preciso checar no manual do carro ou mesmo na central de atendimento ao cliente da montadora sobre a existência da peça. Até mesmo para se proteger de cobranças de serviços de algo que nem existe no veículo.
Situação de um evaporador que não teve o filtro trocado ou não tinha filtro aplicado no veículo (Foto: Divulgação/Freudenberg)
Segundo ele, como a caixa do sistema de ar-condicionado é lacrada, apenas uma loja especializada conseguiria fazer uma adaptação para a colocação do filtro. No entanto, o procedimento é caro e pode comprometer partes do veículo por se tratar de uma “gambiarra”.
Limpeza dos tubos Nos carros com filtro, na troca periódica, os especialistas recomendam também que se faça a higienização do sistema. Ela é feita por um produto em spray que mata fungos e bactérias acumulados na tubulação, já que o filtro não barra 100% da sujeira.
A troca do filtro mais a higienização custa entre R$ 30 e 60 R$ na maioria dos casos. Porém, alguns carros têm sistema mais complexo e exigem mais tempo de mão de obra, assim, os preços podem chegar a R$ 100.
“Alguns carros dão um trabalhão para trocar, por causa da localização do filtro. Na Chevrolet Meriva, por exemplo, é preciso desmontar a grade do limpador de para-brisa, a chamada churrasqueira”, exemplifica Satkunas.
Filtro de pólen tem que ser trocado regularmente (Foto: Divulgação/Affinia Automotiva)
Quando a higienização não é suficiente No caso de carros sem filtro ou com o sistema de ar-condicionado muito sujo, a higienização comum não será suficiente para manter a qualidade do ar. “Nesses casos, é preciso desmontar o painel do carro inteirinho para chegar ao evaporador, que parece um radiador de carro e é o responsável por deixar o ar gelado. Todas as peças têm de ser retiradas e limpas”, explica Silva, da fábrica de filtros. “Depois, tem que montar tudo de novo e conseguir ligar todos os componentes eletrônicos que ficam no painel. Por isso, a mão de obra é tão cara.”
O procedimento demora três dias para ser feito. De acordo com o especialista da Freudenberg, este tipo de serviço custa de R$ 500 a R$ 600. Nos carros com airbag, o valor pode passar de R$ 1 mil.
Filtro portátil No Brasil, o primeiro purificador de ar portátil exclusivo para carros foi lançado em novembro pela Philips. O objetivo desse tipo de produto é ajudar pessoas que já têm problemas respiratórios, como asma, e até mesmo prevenir doenças. Chamado de GoPure, ele tem o tamanho de um aparelho de DVD.
“Ele é equipado com três filtros e pode ser ligado no acendedor de cigarros ou direto na fiação”, diz a gerente de Marketing da Philips do Brasil, Juliana Gubel. O aparelho vem com sensor que avisa quando é preciso trocar o filtro. Mas a tecnologia ainda é cara no país. Fabricado em Hong Kong, o aparelho é comercializado aqui por cerca de R$ 600.
Nanotecnologia Carros de luxo europeus já contam com a nanotecnologia para manter o sistema do ar-condicionado limpo. De acordo com Francisco Satkunas, fabricantes nacionais de partes plásticas já trabalham com o uso de nanopartículas de prata, que ajudam a esterilizar o ambiente. Agora, elas aguardam o interesse das montadoras para fabricar a solução em larga escala.
“A indústria nacional já está capacitada. Com essa solução, não seria mais preciso fazer as higienizações periódicas, mas somente a troca do filtro.” Enquanto a tecnologia não chega, a prevenção é a manutenção mais barata para manter o ambiente do carro saudável.
Fonte}Auto Esporte
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Concessionários adotam estratégia americana para aumentar lucro. Outro serviço que deve ser oferecido é a manutenção pré-paga.
Priscila Dal PoggettoDo G1, em Las Vegas (EUA) - A jornalista viajou a convite da Fenabrave
Concessionárias adotarão também pacotes pré-pagos de manutenção (Foto: Arquivo/TV Globo)
Prática comum no mundo dos eletrônicos, a garantia estendida já foi adotada pelas lojas de carros nos Estado Unidos como uma forma lucrativa de fidelizar clientes. Agora, de acordo com o novo presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flavio Meneghetti, o Brasil também vai aderir à prática, dentro do chamado F&I -que é tudo o que engloba seguros e outros serviços que não são exatamente a venda de carro.
A afirmação foi feita durante o congresso da "Fenabrave" dos EUA, conhecida pela sigla Nada, encerrado na última segunda-feira (6). Para o cliente, o serviço funciona da seguinte maneira: a montadora dá uma garantia - no Brasil chega a 6 anos - e, vencido este prazo, o cliente paga determinado valor ao concessionário para prolongar a cobertura. Para a concessionária, nos dois casos, há a "certeza" de que o cliente voltará, já que a manutenção do carro tem de ser feita na rede da marca para o contrato valer.
Manutenção pré-paga Outra prática que começa a ser aplicada no mercado brasileiro é a venda de pacotes de manutenção pré-pagos. Assim, o cliente consegue comprar serviços simples, como troca de óleo ou de palhetas do limpador de para-brisa, por preços mais baixos do que os oferecidos em oficinas comuns.
"A rede vai investir cada vez mais em pós-venda, porque a margem de lucro com o carro em si está muito baixa", diz Meneghetti. No Brasil, segundo ele, a rentabilidade é de 2%, em média.
O presidente da Fenabrave afirma que, para a estratégia funcionar, os concessionários precisam manter um treinamento contínuo das equipes de vendas e pós-venda. "Queremos intensificar a atuação da Universidade Fenabrave e de canais de treinamento como a TV Fenabrave e a internet."
'Briga' com as locadoras Meneghetti afirma ainda que a 'briga' das concessionárias neste ano será contra as vendas diretas. Segundo ele, a Fenabrave vai pressionar a Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) para os dois lados chegarem a um acordo quanto às vendas para pessoas jurídicas, que ganham descontos maiores e compram direto das fabricantes.
"Com a vantagem de preço, frotistas como locadoras de veículos vendem carros a um preço impossível de competirmos", argumenta Meneghetti. Segundo ele, além de contarem com preços mais vantajosos na compra, por pagarem 30% a menos de IPVA, ICMS, Pis e Cofins, as locadoras não pagam ISS, ICMS, Pis e Cofins ao vender o veículo por causa da Lei Kandir.
"As vendas diretas prejudicam as próprias montadoras. Elas desgastam a imagem e o valor de revenda de seu portfólio de produtos", afirma. "Fenabrave e Anfavea precisam achar uma solução juntas."
Não é a primeira vez que a Fenabrave se queixa das locadoras. Em novembro passado, o então presidente Sérgio Reze fez a crítica. Procurado pelo G1, na época, o presidente da entidade a Associação Brasileira de Locadoras de Automóveis (Abla), João Claudio Bourg, afirmou que as locadoras são clientes das próprias concessionárias e, por isso, não haveria motivos para a Fenabrave reclamar. “Nenhuma locadora, ninguém compra veículo direto com montadora. A compra é feita por meio de concessionárias”, destaca Bourg.
No entanto, a Fenabrave alega que, embora o carro passe pela concessionária, a rede de distribuição não recebe porcentagem sobre a venda, por isso se trata de uma venda direta com a montadora.
A Fenabrave diz que as vendas diretas de carros no Brasil representam 30% e que as montadoras teriam perdido o controle deste tipo de operação. Nos Estados Unidos, a rede de distribuição também enfrenta este problema, mas a participação é menor, de 18%, segundo o economista-chefe da Nada, Paul Taylor. Em situação ainda pior, concessionários na Europa tentam resolver o problema na Justiça.
Fonte// Auto Esporte
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Esportivo sofre com alta do IPI na linha 2012. Sedãs abrem espaço para futuros lançamentos da Chevrolet.
Rodrigo MoraDo G1, em São Paulo
O Chevrolet Camaro passa a custar R$ 199 mil na linha 2012, ante os R$ 185 mil do seu preço de estreia, em novembro de 2010. A alta de R$ 14 mil – já anunciada pelo site da marca e confirmada pela reportagem do G1 com algumas concessionárias – deve-se, em grande parte, à alta de 30 pontos percentuais na alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), em vigor desde o dia 16 de dezembro de 2011.
Chevrolet Camaro (Foto: Divulgação)
Outra parcela do aumento pode ser creditada à inclusão de câmera de estacionamento com display no espelho retrovisor interno e banco do passageiro com regulagem elétrica de distância e encosto (totalizando seis posições) na lista de equipamentos.
Adeus Outra discreta mudança na linha 2012 é a aposentadoria dos modelos Corsa Sedan e Prisma com motor 1.0. O Corsa já vinha sendo aniquilado pelo desinteresse do consumidor, e foi de vez exterminado com a chegada do Cobalt. Sua retirada de linha também abre espaço para a chegada do Sonic, prevista para até o final do ano (algumas unidades da versão hatch, inclusive, já rodam em testes por aqui).
Chevrolet Prisma 2012 (Foto: Divulgação)
Já o Prisma gentilmente cederá seu lugar ao projeto até aqui batizado de Ônix, que será lançado nas versões hatch e sedã até o início do ano que vem. Primeiro morre o 1.0, alvo predominantemente de frotistas. “Recebemos um último lote (de Prisma 1.0) em dezembro, que já foi todo embora. Daqui em diante só teremos 1.4”, explica o vendedor de uma das concessionárias consultadas. Futuramente, o 1.4 também deixará de existir. Os dois modelos (Corsa Sedan e Prisma 1.0) já não figuram mais entre os modelos da marca no site da fabricante.
Fonte//Auto Esporte
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Motor a diesel e câmbio automático de trocas suaves são destaques. Trepidação da transmissão manual e detalhes do acabamento incomodam.
Rodrigo MoraDo G1, em Indaiatuba (SP)
S10 mirou a Hilux (Foto: Divulgação)
Após divulgar os preços da nova S10, a Chevrolet promoveu um curtíssimo (para não dizer frustrante) test-drive no seu Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba, interior de São Paulo. Seja no circuito de asfalto ou no trecho off-road, a picape mostrou-se evoluída em relação ao antigo modelo.
Os 16 anos que separam a antiga da recente S10 impedem, aliás, qualquer comparação. Traçar um paralelo entre as duas leva a resultados óbvios e, até por isso, injustos. É mais coerente pensar na nova S10 com as rivais em mente. Foi o que engenheiros e designers fizeram durante seu desenvolvimento: apesar de prudentemente considerarem todas as concorrentes, é principalmente sobre a Toyota Hilux que está a mira da Chevrolet – e dela que vem boa parte da influência.
Visual Exceto pela porção frontal, S10 e Hilux têm fortes semelhanças na lateral (como a linha da janela traseira que se eleva ao final e o vinco que se forma após o para-lama, logo abaixo de onde as duas levam a inscrição 4x4) e na traseira, com a lanterna na vertical – e aí a S10 também é muito semelhante à Volkswagen Amarok. Nos primeiros encontros nas ruas, será possível confundir a S10 com as outras duas.
De frente, a S10 não segue o caminho da “precisão cirúrgica” adotado pela Amarok, onde todos os elementos estão exatamente onde deveriam. Podemos chamá-la de sisuda, mas não há exageros. Questão de estilo. Já quando colocada ao lado da Toyota, a picape da Chevrolet envelhece o visual já não tão jovial da concorrente, que acabou de ser reestilizada.
A cabine é outro ponto favorável da S10, pelo menos em relação à Hilux. Há boa ergonomia, comandos à mão, painel de instrumentos agravável e de boa leitura e acabamento de qualidade em grande parte do que se pode ver e tocar – exceto pelas tampas dos porta-luvas, que são de uma simplicidade extrema. Destaque para o ar-condicionado, fácil de operar (vale lembrar que tais considerações referem-se à versão LTZ, única disponível para teste). A Hilux tem todas essas qualidades, mas há tempos perdeu o aspecto de novidade.
“Antigamente o consumidor aceitava barulho e até mesmo poeira dentro da cabine de uma picape, que era um veículo estritamente comercial. Hoje ele busca o conforto de um automóvel”, explica ao G1 Gustavo Colossi, diretor de Marketing da General Motors do Brasil. E, nesse esforço em parecer um carro internamente, a S10 agora se junta à Amarok como as duas mais bem-sucedidas nessa tendência que, aliás, foi iniciada pela picape da Toyota.
Interior da picape tem comandos à mão, boa ergonomia e painel de fácil leitura
Rodando O primeiro modelo a ser experimentado pelo G1 foi a versão LTZ 2.4 (flex) com câmbio manual. O aumento de torque (de 21,9 para 24,1 kgfm) garante à picape boa desenvoltura, ignorando a morosidade que um veículo desse tamanho sugere. O câmbio tem engates fáceis, mas impressionou negativamente pela trepidação intensa da alavanca. Já a suspensão causou contradições: sobre pisos irregulares, fez o veículo sacolejar mais do que o normal para uma picape; e, em asfalto liso, apresentou estabilidade acima da média, mesmo quando guiada de maneira mais abusada.
É na versão a diesel, entretanto, que o motorista encontrará uma picape mais prazerosa de dirigir: torque abundante, câmbio automático de trocas suaves e suspensão mais macia. Até agora bem distante das rivais em dirigibilidade, a S10 daqui em diante deverá se tornar uma das referências.
Desta vez, motor a diesel vai predominar no mix de vendas (Foto: Divulgação)
Cabine estendida O mix de vendas da nova S10 terá, segundo as previsões de Colossi, uma inversão: se há cerca de quatro anos 70% dos emplacamentos da picape referiam-se à versão flex e 30% à configuração diesel, na nova fase serão 60% para o motor diesel e 40% para o flex – com importante participação do câmbio automático. “Notávamos uma migração dos clientes da S10 Diesel para outras marcas justamente por conta da ausência da transmissão automática”, admite o executivo. A previsão de vendas se manterá nas 4 mil unidades mensais, porém agora abrangendo uma faixa maior de preços (dos R$ 58.868 aos R$ 135.200, veja a tabela completa abaixo).
No lançamento mundial da S10 (chamada de Colorado em outros mercados), em outubro passado, na Tailândia, a Chevrolet apresentou também a versão de cabine estendida – lançada por aqui em 1996, um ano após a estreia da S10, mas que teve vida curta. A nova geração poderia ressuscitar o modelo? Colossi diz: “Não temos planos de lançar de novo a cabine estendida. A pequena diferença de preço entre ela e a cabine dupla a torna inviável comercialmente. Para o Brasil, a melhor equação é a cabine dupla”.
Série Limited Edition estará disponível nos modelos coupé e conversível. Motor é o mesmo da série convencional.
Do G1, em São Paulo
A Jaguar lançou a edição limitada da série XK e XKR, a Limited Edition que estará disponível tanto para a configuração coupé, quanto na conversível. O modelo está disponível apenas para o mercado europeu só por encomenda. Os valores não foram divulgados.
Jaguar XK (Foto: Divulgação)
Entre as novidades, a série especial conta a cor exclusiva preta Celestial, além de novas rodas de alumínio de aro 20.
Por dentro, a cabine adota interior com novos revestimentos dos bancos e painel em couro e madeira de raiz de nogueira ou alumínio escurecido. Há também pedais e soleira em aço inoxidável, além de sistema de som da Bowers & Wilkins.
Na motorização, o Jaguar Limited Edition conta com a mesma do modelo normal, ou seja, um 5.0 V8 de 380 cavalos de potência da XK e 503 cv da XKR.
Fonte^Auto Esporte^
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Série especial custará R$ 33,8 mil no mercado europeu. Moto chega mais equipada e com adereços exclusivos.
Do G1, em São Paulo
A Yamaha vai lançar em março a série especial da Super Ténéré. Batizada de Limited Edition, a moto recebe alguns itens a mais em relação à versão de série tais como escapamento esportivo Akrapovic, GPS Garmin Zumo 220, cobertura do assento traseiro em preto carbono, assim como os painéis laterais etc. A edição limitada da Super Ténéré custará a partir de 14.999 euros, cerca de 33,8 mil, de acordo com a cotação desta sexta-feira (17). (Foto: Divulgação)
Fonte;; Auto Esporte
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Novo BMW M Sport Package será executado com os pacotes M Sport. Entre outras estreias estão o X6, X6M, M6 Coupe, X5 M50d e o Série 3.
Do G1, em São Paulo
A BMW não vai economizar durante o Salão de Genebra deste ano, que acontece em março. Ela aproveitará o evento para apresentar diversas novidades em sua linha, como o novo Série 6 Grand Coupe, o X6 e o X6M que receberam facelift, o M6 Coupe, o novo X5 M50d , X6 xDrive M550d e M50d juntamente com vários motores novos para o Série 1, Séire 3 e X3.
Essa é apenas a linha de frente. A empresa bávara também apresentará o mais recente sedã Série 3, os conceitos i3 e i8 e, em estréia mundial, o novo BMW M Sport Package. O programa de desempenho será executado juntamente com os pacotes M Sport, oferecendo mais opções de personalização, tanto em termos de melhorias de estilo quanto de desempenho.
BMW M Sport Package será executado juntamente com os pacotes M Sport (Foto: Divulgação)
De acordo com a BMW, o lote inicial de produtos de desempenho M foi desenvolvido especialmente para o Série 5 Sedan, o novo Série 3 Sedan e o novo Série 1.
Os produtos disponíveis incluem grades pretas, sistemas de exaustão M de desempenho, freios e componentes de suspensão, fibra de carbono e várias outras peças aerodinâmicas, como um volante de corrida, pedais em aço inoxidável e rodas de 20 polegadas de liga leve.
Além disso, o programa também inclui kits de energia recém-desenvolvidos a partir dos motores de quatro cilindros turbo diesel da BMW. Por exemplo, o Kit M Power de desempenho para o 120d, 320d e 520d compreende componentes de software e hardware para aumentar a produção da unidade de 2.0 de 184 cv para 200 cv.
"Isso é algo que o motorista pode sentir claramente, incluindo um aumento na aceleração até 100 km/h de até 1,0 segundo", diz a BMW acrescentando que o aumento de desempenho não afeta os "baixos níveis de consumo de combustível e emissões de escape".
A montadora alemã disse que na próxima fase, a gama será ampliada para incluir um M Power Kit de desempenho para motores a gasolina como a unidade TwinPower 2.0.
Supermotard elétrica deve brigar forte com as concorrentes Brammo e Zero
Por Marcelo Brettas
Foto: divulgaçãoBRD RedShift SM
Com baixo peso, cerca de 113 kg, quadro de alumínio e motor elétrico de 40 cv a RedShift SM, moto produzida em San Francisco, nos Estados Unidos, promete uma performance como a de uma similar com propulsor de 250 cc a combustão e pretende ser a mais rápida entre as elétricas peso leve com produção em série. Com o motor instalado bem próximo à balança traseira a BRD RedShift SM utiliza um pacote de baterias que podem ser recarregadas em até 4 horas em tomadas 110V ou em cerca de 20 minutos em 220V. A versão mais urbana, com uma relação mais longa atinge cerca de 140 km/h de velocidade final. O preço no mercado norte-americano ainda é salgado 15500 dólares (cerca de 27000 reais).
Assista ao vídeo produzido nas ruas de San Francisco em que a BRD e o piloto Ryan Moore tentam demonstrar como uma moto elétrica pode ser rápida e divertida.
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