Investimento na província de Buenos Aires será de R$ 22,7 milhões.
Produção argentina vai fechar ano com recorde de 450 mil motos.
Yamaha vai ampliar produção na Argentina
(Foto: Raul Zito/ G1)
A Yamaha Motors anunciou nesta quinta-feira (22) que irá construir uma nova fábrica na Argentina com investimentos de 52,8 milhões de pesos (R$ 22,7 milhões). De acordo com o governo argentino, 30 milhões de pesos serão financiados pelo Programa del Bicentenario. A nova unidade será instalada em General Rodríguez, na província de Buenos Aires. Com a nova planta, a Yamaha terá capacidade de produção de 100 mil motos por ano.
Os modelos a serem fabricados no local ainda não foram revelados pela Yamaha.
De acordo com a Yamaha, em quatro anos o número de empregados chegará a 610 — hoje são 270, na fábrica de Ituzaingó. Além disso, a empresa se comprometeu a desenvolver ainda mais o parque de fornecedores para aumentar o nível de nacionalização de peças, que está em 50%, atualmente.
Honda e Suzuki também anunciaram no país este ano. Com recorde histórico, a produção argentina de motocicletas vai fechar 2011 com 450 mil unidades, 70 mil a mais do que no ano passado. O consumo anual no mercado interno desse volume é de 47%, sendo 66% de motos fabricadas localmente.
Fonte: Auto Esporte
Nova resolução do Contran permite a instalação do equipamento sem aviso.
Radares móveis agora podem ser instalados em qualquer ponto de rodovias.

Placas indicativas de radares eletrônicos não são
mais obrigatórias (Foto: Genésio Vieira/PRF-PB)
Vias urbanas e rodovias não são mais obrigadas a ter placas de alerta para a existência de radares fixos e móveis. Uma nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), já em vigor desde quinta-feira (22), derruba a exigência existente desde 2006. No entanto, os equipamentos de fiscalização não podem ficar escondidos.
A norma do Contran mudou ainda a exigência de estudo prévio para radares móveis em rodovias. Agora, qualquer ponto pode ser fiscalizado. Além disso, tais aparelhos podem ser instalados mesmo em trechos de rodovias sem sinalização da velocidade máxima permitida.
O argumento da mudança é a redução do número de acidentes, já que muitos motoristas aproveitavam o aviso dos radares para ultrapassar a velocidade máxima permitida em pontos não cobertos pelo equipamento.
A obrigatoriedade das placas foi exigida até 2003, quando uma resolução suspendeu a regra, que só passou a vigorar novamente há cinco anos.
Fonte: Auto Esporte