Versão final do FT-86 II será mostrada em Tóquio

A agonia dos fãs de superesportivos está prestes a acabar. A Toyota revelou nesta segunda-feira, 28 de novembro, a versão definitiva do FT 86 II, que vai usar o nome GT 86.
Com estreia marcada para o Salão de Tóquio (que acontecerá dentro de alguns dias), o GT 86 será equipado com um motor 2.0 naturalmente aspirado, preparado para entregar 200 cv. O propulsor é o mesmo usado no Subaru BRZ, com a diferença que seu “irmão” da Subaru tem 300 cv. No caso do GT-86, o comprador poderá escolher entre o câmbio manual de seis marchas ou automático de seis velocidades. A tração é traseira.
O design é praticamente igual ao do conceito FT-86 II. A chamativa grade frontal, as belas rodas de 17 polegadas (opcionais) e o par de escapes na traseira são apenas alguns dos elementos emprestados do protótipo. O interior surpreende pelo acabamento bastante requintado para um carro esportivo. A Toyota garante que as qualidades mais apreciadas pelos fãs de carros velozes estarão presentes no GT-86. Sendo assim, podemos esperar uma posição de dirigir baixa e comandos orientados para o motorista.
A marca promete divulgar os preços do novo modelo durante o Salão de Tóquio. Nos Estados Unidos, o GT-86 será vendido pela Scion (marca controlada pela Toyota) com o nome de FR-S.
Fonte: Quatro Rodas

Perua se mantém em linha há mais de 50 anos

O veículo produzido há mais tempo na indústria automotiva brasileira (e mundial) bateu uma marca histórica nesta semana. A Volkswagen anunciou nesta sexta-feira, 25 de novembro, que produziu a unidade número 1.500.000 da veterana Kombi.

Lançada no Brasil em 1957, a perua foi o primeiro modelo feito pela marca alemã no país. Desde então, a Kombi sofreu poucas mudanças estéticas, preservando as formas básicas do projeto originalmente idealizado pelo holandês Ben Pon na década de 1940. Ganhou portas corrediças em 1997 e aposentou o motor a ar em 2006, trocando-o pelo propulsor 1.4 flex a água que então equipava o Fox destinado para exportação.

Em seus 54 anos de produção no Brasil, a Kombi acumula 1.404.083 unidades vendidas entre 1957 e outubro de 2011. A linha de produção da perua, localizada em São Bernardo do Campo (SP), trabalha em dois turnos e possui 304 colaboradores na área da pintura, 218 no setor de armação e 214 na montagem final. São eles que produzem 145 unidades diárias do modelo.

A Kombi é oferecida nas versões Standard (para nove passageiros), Furgão (dois ou três passageiros), Lotação (leva até 12 passageiros) e Escolar (destinado para 15 passageiros). Os preços da perua começam em 48.850 reais.


Fonte: Quatro Rodas


Débito de R$ 1,7 bilhão havia sida herdado da extinta montadora na década de 90

Editora Globo

Pequena, versátil e acessível, Towner se tornou febre entre autônomos, como vendedores de cachorro quente

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região anunciou nesta sexta-feira (25) que a Kia Motors não pode ser responsabilizada pela dívida de R$ 1,7 bilhão adquirida pela Asia Motors do Brasil na década de 90. Segundo comunicado oficial da montadora sul-coreana, “o TRF entendeu que a Fazenda não provou que a Kia era responsável pela gestão da AMB, nem que praticou qualquer ato que a tornasse responsável pela dívida”.

O imbróglio fiscal envolvendo
Kia e Asia Motors já dura mais de uma década. Em 1993, período em que o mercado brasileiro vivia fase de abertura aos veículos importados, a Asia Motors anunciou uma grande operação no país. A marca, que comercializada as vans Towner e Topic, aderiu ao programa Regime Automotivo (lançado pelo governo) para ganhar isenção da taxa de importação e prometeu instalar uma fábrica.

Editora Globo

A Asia Topic fez muito sucesso como transporte de passageiros; van levava até 16 adultos e era acessível

O compromisso assumido com os líderes brasileiros foi semelhante ao que deve acontecer com o recente projeto de aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para importados: o governo isentaria os modelos da Asia da tarifa se a montadora erguesse uma unidade de produção local. Só que a fábrica nunca saiu do papel e, em 1997, a Asia Motors Corporation assumiu 51% das ações da AMB, tornando-se majoritária.

Dois anos depois, em 1999, a
AMC foi incorporada à Kia Motors, que passou, assim, a ser sócia majoritária daAsia Motors do Brasil. O problema é que a Kia nunca teve o controle das atividades da importadora, situação que já havia sido reconhecida pela Corte de Arbitragem Internacional. Mas o governo brasileiro seguia considerando a montadora uma das responsáveis pela dívida bilionária da Asia Motors.

Soul foi o primeiro Kia a ganhar motor flex, no início de 2011; logo depois, crossover ascendeu nas vendas
Como resultado, a Kia Motors do Brasil estava – desde 2001 – impossibilitada de apresentar qualquer projeto de construção de fábrica no país. Para erguer uma unidade fabril no país, seria necessário quitar a dívida do passado. Mas com a decisão do TRF (ainda provisória), a Kia enfim está isentada do débito e livre para anunciar planos locais. Isso porque as chances de a decisão ser revertida são pequenas.

A
Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional informou que vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo o órgão, há provas de responsabilidade da Kia no caso, entre elas a dissolução irregular da Asia Motors do Brasil e a sucessão empresarial. Mas os representantes da Kia não acreditam que a decisão será revogada. Vale lembrar que o novo IPI para importados volta a valer no dia 15 de dezembro.
Fonte: Auto Esporte

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Superesportivo vai substituir o DBRS9 em competições.

Propulsor desenvolve 608 cv de potência.

A ousadia do Aston Martin Vantage vai além do motor V8. Agora, a marca inglesa traz um 6.0 V12 sob o capô do modelo. O Vantage GT3 V12 já é testado e passa agora por avaliações em velocidades de competição, para garantir a longevidade de todos componentes.

Aston Martin Vantage GT3 V12 (Foto: Divulgação)

O Vantage GT3 V12 é uma substituição direta para o Aston Martin DBRS9, que competiu pela primeira vez em 2006 e passou a ganhar em muitos campeonatos. As mudanças no motor do DBRS9 incluem um virabrequim leve, lubrificação por cárter seco e nova válvula para um desempenho ainda maior. O propulsor desenvolve 608 cv de potência.

Aston Martin Vantage GT3 V12 (Foto: Divulgação)

O motor é posicionado atrás da linha de eixo dianteiro para distribuição do peso ideal e leva potência às rodas traseiras através de um veio de transmissão em fibra de carbono, uma transmissão seqüencial de seis velocidades e diferencial de deslizamento limitado.
A frenagem é feita por seis pinças na frente e quatro parte traseira, com discos ventilados. A suspensão é do tipo double wishbone com rolamentos Uniball e amortecedores dianteiros e traseiros ajustáveis.
Fonte: G1 Carros